REPORTER RECORD - Rachas, perigo no asfalto

Durante um mês, o Repórter Record espalhou suas câmeras por pontos-chave da madrugada paulistana. Na mira das nossas lentes, uma brincadeira ilegal, que pode acabar em morte. Resultado: mais de 150 flagrantes de rachas na maior cidade do país.
Nossos repórteres se depararam com avenidas transformadas em pistas de corrida. Na calada da noite, os motores roncam alto. E os velocímetros disparam.
Faróis vermelhos. Multidões no acostamento. Polícia por perto. Nada assusta estes pilotos amadores, viciados em adrenalina.
Tudo é gravado em vídeo e divulgado pela internet do jeito preferido deles: o mais rápido possível.
Você vai conhecer uma história de tremenda inconsequência ao volante. Mesmo com a mulher e a filha a bordo, ele não conseguiu resistir a uma provocação.
Por que correr tanto risco? Ou, simplesmente, por que correr tanto?
Na perversa matemática do asfalto, metade do número de rodas significa o dobro do perigo. Motociclistas aceleram o quanto podem. O destino se encarrega de frear a vida deles da pior maneira.
Existe uma forma legal e segura de curtir a velocidade? Até quanto os maníacos por carro são capazes de gastar para ter uma máquina possante a seus pés?


Esporte é coisa séria!

O turismo é considerado dos principais meios de desenvolvimento econômico que existe. Chamado por muito de “Industria sem Chaminés” por ativar 56 diferentes atividades econômicas por meio de cerca de 400 mil empresas e milhões de empregos.

Uma das novas ferramentas muito utilizada hoje dia é o Turismo Esportivo, pois este tem a capacidade de através do esporte gerar novos e latentes turistas pra uma determinada região. Pegando carona no grande fluxo de esportistas que se deslocam de um lugar para outro o turismo caba sendo beneficiado, pois quando o esportista vai competir em um local novo ele obrigatoriamente gera renda para a localidade com hospedagem, alimentação e consumo diverso. Através destas visitas o “turista esportista” pode ter uma visão descompromissada dos atrativos turísticos do pólo turístico visitado, culminando assim em visitas futuras programadas de maneira a explorar melhor os locais que ele se sentiu agradavelmente atraído.

Mas todo este processo pode estar fatidicamente falido quando se não há um apoio por parte das entidades governamentais responsáveis pelo turismo e infra-estrutura local. Muitos eventos necessitam de apoio para serem realizados e quando não encontram este apoio na esfera governamental, passam por algumas dificuldades que infelizmente serão refletidos principalmente para os visitantes e assim acabam gerando uma má impressão local. Fazendo com que a partir desse momento se gere uma propaganda negativa que ecoará para todas as direções.

Com isso quem tem a perder são os praticantes locais do esporte, a população que infelizmente não terão o entretenimento almejado, as pessoas que seriam empregadas e com isso deixaram de receber uma renda tão valiosa e necessária nos dias de hoje, e a população em geral pois dessa maneira não serão gerados os recursos através dos impostos devidos que seriam conquistados através da movimentação econômica gerada pelo evento esportivo.

Diante de tudo isso é que esta a grande importância de se encarar com seriedade as iniciativas sérias e legítimas, iniciativas que tem como objetivo um bem maior, o bem de se viver numa sociedade onde podemos ter respeito ao Esporte, Turismo, Economia e acima de tudo CIDADANIA.

Arthur Pinto
Produtor de Eventos
Estudante de Comunicação social
(Publicidade e Propaganda / Audiovisual)
Brasileiro acima de tudo!!!

Cidade da Polônia diminui em 90% corridas clandestinas legalizando rachas


Repórter do New York Times acompanha as disputas. Poloneses investem cada vez mais na potência dos carros.

Nicholas Kulish
Do ‘New York Times’

Com o crescimento das corridas de carros ilegais e o aumento do número de vídeos na internet, as autoridades da cidade de Lodz, a segunda maior da Polônia, passaram a autorizar e inclusive a organizar este tipo de evento. Apesar de pouco comum, a decisão ajudou a diminuir em 90% as disputas clandestinas.

Motoristas comuns estão aderindo à corrida de arrancada. A paixão por velocidade é tão grande que muitos poloneses reservam uma parte cada vez maior de sua renda para dar mais potência ao motor. Até na torcida pela Fórmula-1, o entusiasmo dos fãs beira a obsessão.

Foi a mudança de um passado comunista rígido para uma realidade de desenvolvimento econômico que fez com que os poloneses deixassem de usar o carro apenas para deslocamentos. Dirigir passou de luxo a necessidade. “Quando entramos para a União Européia ficou mais fácil comprar carros velozes a um preço razoável”, comenta o vice-prefeito de lodz, Jaroslaw Wojcieszek.

Com os carros cada vez mais acessíveis, as ruas antes cheias de bicicletas estão lotadas de jovens motoristas. Jakub Szypowski passa horas mexendo no motor do BMW da família para transformá-lo em um carro de corrida. Como tem apenas 17 anos e não possui habilitação, ele convenceu o pai a se aventurar nas competições. “Fazemos isso pela diversão e pela fama”, conta o jovem.

As corridas de rua já viraram eventos importantes, com patrocínio e modelos famosas. E Lodz já é considerada a capital polonesa das corridas automobilísticas.

Fonte: G1 - O portal de Notícias da Globo